segunda-feira, 15 de abril de 2013

OS BURAQUINHOS CHATOS!!!



Celulite! PROBLEMA MUNDIAL DA MULHER! Acho que se todas as mulheres pudessem pedir o que podíamos tirar pra sempre de nossas vidas, seriam esse furinhos no glúteo, perna, principalmente parte posterior, e as vezes até no braço.
Pode ser gorda ou magra, a celulite não escolhe, ela existe. Lógico que existem pessoas que tem uma tendência maior em tê-las, e com certeza pessoas com sobrepeso tem em maior quantidade devido ao excesso de inflamação no corpo. Mas independente do peso, a celulite acompanha a vida da grande maioria.
Mas porque nem sempre quando emagrecemos conseguimos perder totalmente?
Existem duas camadas de gordura embaixo de nossa pele. Uma chamada gordura normal, e outra subdérmica. Quando essas duas camadas se enfraquecem (ou por má alimentação, falta de hidratação, falta de nutrientes, excesso de radicais livres, etc… ) elas podem avançar sobre a derma, e ai brotam os famosos furos da celulite. A gordura subdérmica quando consegue aparecer na derme , dificilmente consegue ser metabolizada, por isso , quando emagrecemos, nem sempre perdemos tudo.
O reparo do dano da pele pode ser controlado através da alimentação ou de uma suplementação efetiva, como por exemplo o uso de  antioxidantes, responsáveis por combater o ataque dos radicais livres que produzimos descontrolavelmente todos os dias.
Existem fatores que aceleram esse processo de inflamação , são eles:
  •  Hormônios
  •  Sedentarismo
  •  Hábitos alimentares
  • Genética
Uma dieta anti-inflamatória e antialergênica, nesses casos, é o ideal. EXCLUIR os principais alimentos que causam inflamação e são alergênicos como:
  •  Glúten
  •  Açúcar
  • Leite e derivados
  •  Carboidratos simples
  •  Embutidos
  •  Produtos industrializados ricos em sódio
  • Refrigerantes
Existem alguns alimentos que podem nos ajudar a evitar e auxiliar no tratamento:
  • Frutas Vermelhas
  • Abacate
  • Chá verde
  • Açafrão da terra (misturar no arroz)
  • Oleaginosas ( castanha do pará, nozes, amêndoas)
  • Couve
  • Brócolis
  • Salsinha
  • Linhaça
  • Peixe
  • Agua de coco
  • Suco de uva
E NÃO PODEMOS ESQUECER DA ÁGUA, MUITA ÁGUA! SEM ELA É IMPOSSIVEL O EMAGRECIMENTO!!!
É isso, fica a dica!
Vamos mandar as celulites pro espaço e melhorar essa alimentação diariamente!
Beijos,
Maria Fernanda P. Magalhães – Estudante de Nutrição

Falando sobre Hibiscus






Depois dos já relatados benefícios do chá verde e branco, chegou a vez do Chá de Hibiscus. Deve se ter atenção ao tipo de planta de Hibisco que deve ser utilizada. O Hibiscus usado no chá é o Hibiscus sabdariffa. Ele é diferente da flor ornamental Hibiscus rosa-sinensis, muito comum nos jardins.
A planta ajuda na estimulação do metabolismo, reduzir a gordura, regular o intestino e ainda contribuir para combater a retenção de líquidos e diminuir o colesterol e sintomas da menopausa.
Hibiscus sabdariffa é definido como planta medicinal, possuindo propriedades antiespasmódicas, diuréticas, digestivas, também utilizado como laxante suave, corante, aromatizante e calmante. Atualmente, a planta vem sendo utilizada como coadjuvante no tratamento da obesidade e na modulação do equilíbrio orgânico.
Por ser rica em flavonóides, que incluem antocianinas e catequinas. O hibiscus atua como poderoso antioxidante, auxiliando no combate aos radicais livres, protegendo o coração de doenças e a pele do envelhecimento.
A diminuição da gordura circulante do plasma e do fígado, supostamente deve se a sua propriedade de seqüestrar radicais livres e à presença de antioxidantes naturais na planta.

Chá de hibiscos com frutas vermelhas 

Ingredientes
1 colher de chá de folhas de hibiscos
1 xícara de chá de água mineral
 ½ xícara de chá de frutas vermelhas (framboesa, mirtilo, morango ou  amora)
Preparo
Em uma panela inox, coloque as folhas de hibiscos e despeje a água mineral. Leve ao fogo, depois que levantar ebulição, deixe ferver por 3 a 5 minutos. 
Após esfriar, coe e liquidifique o chá com as frutas vermelhas. Sirva gelado.


ALOE  VERA


É uma planta que possui inúmeras propriedades regeneradoras, curativas, umectantes, lubrificantes e nutritivas. A ALOE VERA é por excelência uma planta medicinal. Muito conhecida no Brasil com o nome de BABOSA. Chamada de "a planta da saúde e da beleza" tem seu uso documentado desde a época do antigo Egito.

Inúmeras e renomadas instituições científicas e docentes, como o Instituto de Ciências e Medicina Linus Pauling, de Palo Alto, California; Instituto Weisman de Israel; Universidade de Oklahoma; e outros, tem efetuado estudos formais sobre a ALOE VERA. Apoiados por provas de laboratório e experiências químicas, mencionam as seguintes propriedades:

1. Inibidora da dor: Seus princípios ativos têm uma notável capacidade de penetração até os planos mais profundos da pele, inibindo e bloqueando as fibras nervosas periféricas (receptores da dor) interrompendo o modo reversível a condução dos impulsos. Além disso, reduz a dor por possuir uma poderosa força antiinflamatória.

2. Antiinflamatória: Tem uma ação similar a dos esteróides, como a Cortisona, mas sem seus efeitos nocivos colaterais. Por isso é útil em problemas como bursites, artrites, lesões, golpes, mordidas de insetos, etc.


3. Coagulante: Por conter cálcio, potássio e celulose, ALOE VERA provoca nas lesões a formação de uma rede de fibras que seguram as plaquetas do sangue, ajudando na coagulação e cicatrização. O cálcio é parte do sistema nervoso, o potássio da atividade muscular e a celulose da coagulação.

4. Queratolítico: Faz com que a pele danificada dê lugar a um tecido de células novas.


5. Antibiótica: Sua capacidade bateriostática, bactericida e funguitástica (antiviral), elimina bactérias (inclusive Salmonela e Estafilococos) que causam infecções, inibindo sua ação daninha.

6. Regenerador celular: Possui um hormônio que acelera a formação e o crescimento de células novas. Graças ao cálcio que contém, elemento vital na osmose celular (intercâmbio de líquidos), ajuda às células a manter seu frágil equilíbrio interno e externo.


7. Energético e nutritivo: Uma das características de maior importância da ALOE VERA é que contém 19 aminoácidos essenciais, necessários para a formação e estruturação das proteínas, que são a base das células e tecidos, e também minerais como o cálcio, fósforo, cobre, ferro, manganês, magnésio, potássio e sódio, todos elementos indispensáveis para o metabolismo e atividade celular. Contém também vitamina A (excelente para a visão, cabelo e pele); vitamina B1, B5, B6 e B 12 (para o sistema nervoso central e periférico) e vitamina C (responsável pelo fortalecimento do sistema imunológico e pela tonicidade dos capilares do sistema cardiovascular e circulatório.

8. Digestivo: Contém grandes quantidades de enzimas necessárias para o processamento e aproveitamento dos carboidratos, gorduras e proteínas no organismo.


9. Desintoxicante: Contém ácido urónico, elemento que facilita a eliminação de toxinas a nível celular, e a nível geral estimula a função hepática e renal, primordiais na desintoxicação do nosso organismo.

10. Reidratante e cicatrizante: Penetra profundamente nas três camadas da pele (derme, epiderme e hipoderme), graças à presença de Ligninas e Polisacáridos restitui os líquidos perdidos, tanto naturalmente como por deficiências de equilíbrio ou danos externos, reparando os tecidos de dentro para fora nas queimaduras (fogo ou sol), fissuras, cortes, ralados, esfolados, perda de tecido,etc. Os muitos benefícios dos princípios ativos da ALOE VERA, tanto são para uso tópico (externo) na pele, como para uso em tecidos, membrana e mucosas (interno).


11. O segredo de acemannan: O suco ALOE VERA (Babosa) contém alto teor de uma sustância denominada Acemannan. Esta sustância é também produzida pelo nosso corpo até a puberdade. Após esta fase precisa ser absorvida pela alimentação. A sua presença aumenta a resistência imunológica do organismo contra parasitas, vírus e bactérias. 

Fica a dica!!!!

terça-feira, 9 de abril de 2013

Cãimbras Musculares

  


As cãibras musculares são freqüentemente associadas com desidratação. Se você alguma vez experimentou a insuportável dor de uma cãibra muscular severa, você pode desejar saber temerosamente se ocorrerá novamente. Como ninguém entende totalmente o que causa as cãibras musculares, estes espasmos imprevisíveis são um pouco misteriosos.
Eles acontecem comumente entre atletas que trabalham seus músculos a ponto de esgotamento. Eles são relacionados provavelmente à sobrecarga, mas a perda fluída, condicionamento inadequado e desequilíbrio eletrolítico também podem ser fatores de predisposição. A solução freqüentemente pode ser encontrada através de massagens e alongamento ou, sim, um beliscão duro no lábio superior. Outras vezes, a nutrição pode estar envolvida. Embora as dicas nutricionais seguintes não sejam garantias de solução para este problema, eu recomendo aos atletas que controlem estas possíveis causas:

Falta de água – As cãibras acontecem comumente quando um atleta está desidratado. Para prevenir as cãibras induzidas por desidratação, beba líquidos mais do que suficiente antes, durante e depois que se exercitar. Beba sempre muitos líquidos diariamente de forma que sua urina fique amarela clara, pálida e abundante. Durante uma longa sessão de exercícios, você deveria beber 200 ml a cada 15 a 20 minutos. Depois de um treinamento duro, se você for ingerir bebidas alcoólicas, tenha certeza de ingerir muitas bebidas sem álcool primeiro para substituir as perdas de suor, pois o álcool tem um efeito desidratante.


Falta de cálcio – O cálcio representa um papel essencial nas contrações musculares. Os atletas eliminam os laticínios ricos em cálcio de sua dieta podem sofrer mais comumente de cãibras. Para evitar qualquer possível vínculo entre uma deficiente dieta em cálcio e cãibras musculares, os atletas devem consumir pelo menos duas vezes ao dia, alimentos ricos em cálcio.


Falta de potássio – Um desequilíbrio de eletrólitos, como a falta de potássio, pode representar um papel nas cãibras musculares, isso também pode ser controlado ingerindo-se alimentos ricos em potássio diariamente, como frutas e legumes. No entanto, uma deficiência de potássio é improvável de acontecer como resultado de perdas de suor, pois o corpo contém muito mais potássio do que até mesmo um maratonista poderia perder durante uma corrida quente e com muito suor. Não obstante, uma dieta rica em potássio diariamente certamente não prejudicará ninguém e de fato é uma escolha protetora da saúde.


Falta de sódio – Muitos atletas conscientes restringem a sua ingesta de sal e acreditam erroneamente que a hipertensão é causada pelo sódio. Se eles estiverem perdendo uma quantia significativa de sódio através do suor, eles podem estar desenvolvendo um desequilíbrio de sódio, que poderia contribuir para as cãibras. Isto é provável de acontecer em atletas de ultra-resistência, como atletas de triátlon ou ultramaratonistas, se eles consumirem apenas água durante os eventos e não ingerirem qualquer alimento ou bebidas que contenham sódio.

Embora as sugestões para solucionar cãibras musculares sejam apenas dicas e não soluções comprovadas, você pode fazer melhorias dietéticas. A adição de fluídos extras, laticínios com baixo teor de gordura, frutas e legumes ricos em potássio e uma pitada de sal não farão mal algum e podem solucionar seu problema. 

Algumas fontes de sódio: Leite (com baixo teor de gordura), iogurte (com baixo teor de gordura), queijo (com baixo teor de gordura), Carnes bovinas, aves, pescados, ovos, frutas e sucos, legumes (principalmente congelados e enlatados), pães, cereais (leia os rótulos).

segunda-feira, 1 de abril de 2013

ORIENTAÇÃO NUTRICIONAL NA HIPERTENSÃO



A nutrição desempenha um papel de fundamental importância tanto no controle quanto na prevenção da hipertensão arterial. Desta forma a orientação nutricional participa do tratamento não-farmacológico da doença, auxiliando na mudança do estilo de vida através da aquisição de hábitos alimentares mais saudáveis, redução de peso corpóreo e queda da pressão arterial (diminuição da atividade do sistema nervoso simpático com queda da insulinemia associada a redução da sensibilidade ao sódio).
• Sódio:O excesso de ingestão de sódio no início eleva a pressão arterial por aumento da volemia e do débito cardíaco. Posteriormente, por auto-regulação, ocorre aumento da resistência vascular periférica, mantendo elevados os níveis de pressão arterial. Além disso, ativa mecanismo pressores como o aumento da vasoconstrição renal e da reatividade vascular aos agente vasoconstritores e elevação dos inibidores de Na/K ATPase. Portanto, a redução de sódio na dieta produz uma diminuição na pressão sistólica de hipertensos previnindo desta forma, o risco de evento cardiovascular. 
Levando em consideração que o consumo de sal diário é de 10 a 12g, sendo 75% proveniente de alimentos processados, 15% de sal de adição e 10% de sódio intrínseco dos alimentos; uma dieta hipossódica deve conter 100 mEq de sódio/dia, além da restrição de alimentos processados (enlatados, embutidos, conservas, molhos prontos, caldos de carne e galinha, defumados, temperos prontos, bebidas isotônicas, salgadinhos tipo snacks) e controle do sal de adição. A partir desses dados podemos dizer que a ingestão de sal diária em uma dieta hipossódica deve compor 4g (70 mEq de sódio) e o restante (30 mEq) deve provir do sódio intrínseco dos alimentos. Sendo que cada alimento isolado da dieta deve ter menos que 480mg de sódio, o prato principal menos que 720mg e a refeição total menos que 960mg de sódio.
• Potássio: O potássio diminui a pressão arterial por aumentar a natriurese, reduzir a secreção de renina e norepinefrina e aumentar a secreção de prostaglandinas, exercendo ação protetora ao coração. 
A recomendação de 2g/dia devendo ser suprida por uma alimentação rica em vegetais, leguminosas e frutas. As fontes de potássio são beterraba, batata, rabanete, mandioca, cenoura, cará, salsa, almeirão, couve-de-bruxelas, couve, chicória, espinafre, feijão, grão de bico, ervilha fresca e seca, aveia, germe de trigo, amora, abacate, banana, cereja crua, melão, maracujá.
• Cálcio e Magnésio: A suplementação de ambos minerais não traz redução na pressão arterial, só há efeito satisfatório quando há deficiência de alguns deles. Desta forma uma ingestão de 1200mg de cálcio (leite e derivados, brócolis, couve, ovos, sardinha, salmão) e aproximadamente 300mg de magnésio (vegetais folhosos verde-escuro, legumes, cereais integrais, nozes, amendoim, figo, maçã) suprem as necessidades diárias de um indivíduo.
• Álcool: O consumo excessivo de álcool aumenta a pressão arterial e em geral deve ser desaconselhado para hipertensos. O consumo diário não pode ultrapassar 30ml de etanol/dia para homens e 15ml de etanol/dia para mulheres.
• Cafeína: A cafeína pode aumentar a pressão devido a sua ação hipertensora e estimulante, portanto é preciso moderar o consumo a 3 xícaras pequenas por dia.