segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Nutrição e Estética

Quando falamos em alimentação aliada a estética, a relação mais rápida que fazemos é com o emagrecimento, não é? Mas com os avanços na área da nutrição, hoje podemos aliar uma conduta nutricional a  diversos agravos estéticos, como por exemplo: acnesceluliteenvelhecimentoflacidez e sobrepeso, entre outros.
Aqui vou explicar rapidamente as principais desordens estéticas que mais preocupam as mulheres e orientar os alimentos mais interessantes para cada caso. Vamos lá?
Acne
Trata-se de uma afecção que ocorre no interior da pele, devido aumento da produção sebácea, geralmente associada a puberdade e o desequilíbrio hormonal comum nessa fase, portanto atinge cerca de 80% dos adolescentes. Entretanto é comum encontrar adultos, principalmente mulheres, que ainda tenham problemas com espinhas e cravos. No caso das espinhas, ocorre um processo inflamatório no local, devido ação bacteriana. Associa-se também o desequilíbrio da saúde intestinal, decorrente de má alimentação, com o surgimento de acnes.
Celulite
Assim como a acne, também ocorre no interior da pele, e provoca uma inflação no local devido a alteração circulação sanguínea e linfática com consequente  mudança na estrutura do tecido adiposo (tecido formado pelas células que armazenam a gordura), surgindo então o famoso aspecto de “casca de laranja”. Além de problemas circulatórios, podem ser considerados fatores de risco para o surgimento da celulite, o sedentarismo, alterações hormonais, cigarro, álcool, estresse, alimentação inadequada e a genética.
Envelhecimento
O envelhecimento é um processo natural e irreversível. Entretanto, alguns fatores podem fazer com que esse processo ocorra mais rapidamente, é o que chamamos de envelhecimento precoce. Dentre os fatores que podem acelerar o envelhecimento estão a genética, os radicais livres, a imunidade, a poluição, a temperatura, radiação solar, alimentação e tensão emocional.
Flacidez
É decorrente de atrofia de tecido, ficando com aspecto frouxo, afetando individualmente pele ou músculos. Pode ser conseqüência do envelhecimento, onde há perda gradativa de massa muscular esquelética, substituída por tecido adiposo (gordura), dentre outras alterações. O sedentarismo é apontado como o maior vilão no surgimento da flacidez, assim como o emagrecimento muito rápido demais, pois os músculos podem ser utilizados como fonte de energia, na ausência de carboidratos e gorduras.
É considerado sobrepeso o excesso de peso corporal, diferentemente da obesidade que é tida como o excesso de gordura no organismo. Associado ao elevado consumo alimentar e baixa quantidade de exercícios. Pode ter ligação com a genética. Deve-se ter atenção quanto ao surgimento de outras doenças e acompanham o ganho de peso (colesterol e pressão altos, resistência à insulina e etc.).
TRATAMENTO NUTRICIONAL
Em primeiro lugar temos que nos assegurar que a absorção dos nutrientes necessários ocorra efetivamente. Portanto é extremamente importante que o intestino esteja em pleno funcionamento. Para isso devem-se incluir na alimentação, cereais integrais (farelo de aveia, gérmen de trigo, arroz integral e etc), frutas, verduras e legumes variados, além de um grande consumo de água, sucos e etc. Em alguns casos podem ser necessário um tratamento específico para restabelecer a flora microbiana intestinal, todavia, para isso é necessário orientação de um nutricionista.
Quando falamos em tratamento estético, devemos partir do princípio de uma alimentação anti-inflamatória, uma vez que a alimentação habitual (carnes gordas, leite integral, alimentos refinados, doces, bebidas alcoólicas, embutidos e enlatados), são pró-inflamatórios, ou seja, favorecem o aparecimento da inflamação. Vale lembrar que a inflamação contínua (crônica) pode causar alterações celulares, e contribuir para o surgimento de algumas doenças.
Essa inflamação contínua apesar de ser extremamente perigosa, pode ser modulada pela alimentação e por hábitos de vida saudáveis. Uma alimentação baseada em alimentos anti-inflamatórios, reduz a inflamação,  favorece a saúde e previne danos aos tecidos.
Existe uma grande variedade de alimentos que podem ser incorporados ao hábito alimentar, para que haja o benefício não só anti-inflamatório, mas também antioxidante. Os principais são:
- Peixes: os peixes são fontes de proteínas leves, e apenas por isso já deveriam ser mais utilizados na alimentação habitual, claro que em preparações adequadas (grelhados, ensopado com legumes e etc.). No caso dos peixes de água salgada e profunda (salmão, atum, arenque sardinha e etc.), podemos aproveitar a grande quantidade de Ômega 3 que eles possuem.
-Hortaliças: As hortaliças são fontes indispensáveis de muitas vitaminas, minerais e fibras. Os folhosos  de cor verde-escuro são riquíssimos em nutrientes que combatem a inflamação e os radicais livres. Hortaliças de cor alaranjada são fontes de betacaroteno, um excelente antioxidante. O ideal é que se faça um rodízio das hortaliças, para que se consiga uma maior quantidade de nutrientes.
-Frutas: Assim como as hortaliças é importante que haja uma variação constante das frutas consumidas. Frutas cítricas são fontes de vitamina C que atua como antioxidante. Frutas vermelhas além da ação antioxidante atuam também contra a inflamação.
- Castanhas: As castanhas de caju, castanha do Pará, amêndoas, nozes, são alimentos ricos em selênio, que atua como antioxidante, além de possuírem boas gorduras.
- Sementes/Integrais: A linhaça, assim como os peixes de água salgada e profundas, é rico em Ômega 3. Gergelim, rico em cálcio e fósforo, e gordura de boa qualidade. O gérmen de trigo tem ação protetora contra a poluição. Quinua excelente fonte de proteínas, gorduras boas, grande quantidade de vitaminas, fibras e minerais.
De tudo o que foi colocado aqui, é importante frisar que os anti-inflamatórios são para reduzir a inflamação no organismo, ou seja, são benéficos para acnes e celulite, principalmente; os alimentos antioxidantes agem contra os radicais livres, que favorecem o processo do envelhecimento precoce; e as fibras tem papel muito importante no aumento da saciedade e por consequência na redução de peso, além de alimentarem as bactérias intestinas, garantindo ainda mais a saúde como um todo.
Aliada a alimentação devem estar os tratamentos estéticos (drenagem linfática, manthus e etc.), atividade física e adoção de hábitos de vida mais saudáveis (não fumar, não ingerir bebidas alcoólicas), tudo isso para garantir uma maior eficácia dos resultados. Procurando um nutricionista capacitado, você ainda pode contar com os benefícios da fitoterapia, que tem grandes benefícios em tratamentos estéticos.
Aproveite ao máximo o benefício que os alimentos podem te oferecer, e para melhores resultados procure um nutricionista, ele ira propor as melhores opções para VOCÊ.

VITAMINA B5

Necessidades Nutricionais da Vitamina B5 – Ácido Pantotênico.
É conhecida como a vitamina antiestressante, pois ela ajuda a controlar a capacidade de resposta do corpo ao estresse. Tem um papel importante na produção de hormônios adrenais e na formação de anticorpos. Ajuda no metabolismo das proteínas, gorduras e açúcares. Auxilia também na conversão de lipídeos, carboidratos e proteínas em energia. É necessária para produzir esteróides vitais e cortisona na glândula suprarrenal.

As principais fontes de origem animal são: gema de ovo e o fígado (ótimas fontes), carne bovina, frango e peixe são de (boas fontes). E as origem vegetal: brócolis, tomates, aveia, centeio, gérmen de trigo, batata doce, cogumelos cozido, nozes, legumes, laranja e morango.

Os sintomas da carência do ácido pantotênico são, fadiga, má produção de anticorpos apatia, câimbras musculares, insônia, mal-estar geral, depressão, irritabilidade, inquietação, náuseas, infecções pulmonares e respiratórias frequentes, anorexia, dores e cólicas abdominais, constipação, fraqueza de unhas e cabelo.

terça-feira, 24 de setembro de 2013



Aprenda a cortar o sódio e o sal da alimentação sem prejudicar o sabor


 Dicas para consumir menos sal e cozinhar com mais temperos naturais



Comida sem tempero não tem graça nenhuma. No entanto, sal demais é prejudicial à saúde. Eleva a pressão arterial e prejudica o funcionamento dos pulmões e do coração. Além disso, ajuda a reter líquidos - o que dá aquele ar inchado.

O sal utilizado para cozinhar é composto por dois ingredientes principais, o cloro e o sódio. E é justamente o sódio que não faz nada bem se consumido em excesso.

Confira dicas para temperar a comida com menos sal

Equilibrar a quantidade de sal nas refeições protege o coração de todos, mesmo dos que não são hipertensos.

A quantidade diária de sódio recomendada costuma ser menor do que muita gente ingere.

- Para um indivíduo adulto, a porção de sódio diária recomendada pelo Ministério da Saúde é 2.000 mg. Isso equivale a 5 g de sal  - a medida exata de uma colher de chá rasa por dia.

Mas alimentos salgados não são os únicos que contêm essa substância perigosa, está presente até mesmo em doces como bolacha recheada e em refrigerante light e diet.

Para fugir das armadilhas desse tempero, o ideal é incluir nos pratos preparados em casa ervas frescas, cebola, alho e pimenta.

Se você gosta de variar, mostarda em grãos, cardamomo e outras especiarias são outras opções para dar sabor à comida e diminuir a quantidade de sal presente na sua dieta.

- Ao cozinhar prefira os temperos naturais, como orégano, salsinha, coentro e manjericão.

Já os temperos prontos industrializados são mais calóricos e podem trazer sódio em sua composição.

Questão de escolha

O cuidado também deve ser grande na hora de escolher alimentos nas prateleiras dos supermercados.

Entre as opções mais consumidas no dia a dia que trazem grandes quantidades de sódio estão o leite e a carne bovina.

Já as sopas instantâneas, que aliviam a fome principalmente na hora da preguiça de encarar a cozinha, possuem uma dosagem enorme da substância. Portanto, não devem ser consumidas com frequência.

Se o objetivo é emagrecer, fique bem longe delas.

A dica essencial é ler os rótulos dos produtos com muita atenção. Um item com menos calorias pode conter mais sódio e ser muito mais prejudicial à saúde.

- Embutidos, conservas e enlatados são os campeões em sódio, que faz o papel de conservante. Não apenas se atente ao número de calorias dos alimentos. Um refrigerante light, por exemplo, tem baixo valor calórico e uma quantidade enorme de sódio.

Além disso, engana-se quem pensa que sucos de fruta industrializados são mais saudáveis do que refrigerantes. Eles também trazem sódio como conservante. Prefira fazer sua bebida em casa e com frutas naturais.

Um biscoito integral possui mais fibras, mais calorias e menos sódio que o tradicional. Portanto, é mais saudável. Outra dica é não temperar saladas com sal.

- Faça um molho usando azeite, mostarda e suco de limão. O gostoso é sentir o sabor natural do alimento; não o do sal. Muita gente tempera a comida em restaurantes sem experimentá-la antes. É um vício.

Que tipo de sal usar em casa?

O mais comum nos mercados e também o mais vendido é o sal refinado. Pode ser o mais barato, mas é o mais perigoso.

Em seu processo de refinamento, são misturados ingredientes como o iodo e o óxido de cálcio, que, em grandes quantidades, pode ajudar a causar pedras nos rins.

Já o sal grosso, preferidos dos chefs de cozinha, não passa pelo processo de moagem e é uma espécie mais natural.

Outra opção é a flor de sal que não contem tanto sódio na sua composição.

Mas a opção mais saudável é o sal marinho, que apresenta maior teor de umidade. Utilizado na cozinha macrobiótica, é encontrado com facilidade em redes de supermercado.  É mais puro e não passa por tanta química para chegar ao refinamento.

Por fim, todos os tipos de sal, quando consumidos em excesso, são prejudiciais à saúde.

- Não adianta fazer substituição por outro produto e continuar o consumo exagerado. O melhor é reduzir a quantidade.


segunda-feira, 23 de setembro de 2013

RETENÇÃO DE LÍQUIDOS 




Você sabe o que é e para que servem os alimentos diuréticos? Conhece cada um deles e suas funções?
Ao redor do mundo existe um número significativo de pessoas que sofrem com a retenção de líquidos no corpo e muitas delas vivem recorrendo a médicos e remédios sem conseguir um efeito satisfatório, pois muitas vezes a solução desse problema está na alimentação.

Como sempre enfatizo, alimentos funcionais não são medicamentos, mas muitas vezes podem prevenir problemas na saúde de forma saudável e econômica. É o caso quando empregamos alguns alimentos que têm como finalidade ajudar a eliminar o excesso de líquidos através da urina, evitando edemas ou inchaços.

Vamos explicar sobre a retenção de líquidos que na maioria dos casos favorece inchaço ou edemas, aumento no peso e modificação na aparência, deixando muitas vezes a sensação de que a pessoa vai explodir.

Esse processo pode ocorrer em muitos casos pelo excesso de sal usado no preparo dos alimentos ou no consumo exagerado de alimentos prontos ou processado com alto teor de sódio; pelo mau funcionamento dos rins na filtragem dos líquidos que por eles passam, ou por hipertensão e ainda por excesso de ingestão de álcool.

Para as mulheres, principalmente, a retenção de líquidos pode causar cansaço nas pernas e nos pés, bem como inchaço, aumento de celulite e a sensação de ganho de peso.

Para auxiliar nos incômodos causados pela retenção hídrica, vários alimentos podem ser inseridos na sua dieta diária para ajudar na eliminação desses líquidos ou para ajudar a reduzir a retenção.

Morangos, abóbora, beterraba, escarola e cenoura são alimentos considerados diuréticos, pois apresentam alto teor de água em sua composição e por isso ajudam na eliminação dos excessos de líquidos presentes no nosso organismo.

Alimentos diuréticos

Com forte ação diurética são recomendados os seguintes alimentos: melão, melancia, maracujá, abacaxi, alface, agrião, repolho, tomate, salsinha, alcachofra, broto de feijão, pepino, erva-doce, berinjela entre outros.

Além da ação diurética esses alimentos possuem ótima fonte de fibras que auxiliam no bom funcionamento do intestino e dessa forma outras toxinas são também eliminadas do nosso organismo.

Porém, vale lembrar que tudo em excesso pode causar outros problemas e o excesso de fibras adicionado a líquidos pode causar efeito laxativo. Portanto, procure sempre fazer uma dieta balanceada e equilibrada.

Para estimular os rins a funcionar bem, beba muita água. Porém, lembre-se: a qualidade e a fonte dela são detalhes importantes, procure beber sempre água filtrada e de fontes seguras.

Alimentos que favorecem a retenção de líquidos 
Ao consumir produtos industrializados fique atento ao rótulo, pois se você observar que o alimento tem mais de 400mg de sódio por 100g/ml do produto, saiba que o teor de sódio é alto.

Adoçantes como sacarina sódica e ciclamato de sódio também devem ser consumidos com muita moderação.
Outros alimentos que favorecem a retenção de líquidos e devem ser consumidos com moderação ou evitados caso a pessoa já sofra do incômodo são:

- caldos de carnes em tabletes que geralmente possuem alto teor de sódio;

- sal adicionado sobre os alimentos;

- bebidas alcoólicas em excesso;

- alimentos salgados ou preparados com muito sal;

- shoyo, molho de soja, rico em sódio, prefira consumir sempre o ligth e mesmo assim use com moderação.

Para estimular a liberação dos líquidos através da urina coloque diariamente no seu cardápio chás e café. Pode abusar da ingestão de chás como o chá verde, chá de ervas conhecidas (hortelã, camomila, erva-doce, cidreira, poejo, etc.) e sucos de frutas, pois possuem um efeito diurético e aumentam a produção de urina pelos rins.

O sal tanto o marinho como o sal de mesa têm o mesmo valor básico nutritivo, apesar do fato de que o sal do mar é muitas vezes comercializado como uma alternativa mais natural e saudável. As diferenças reais entre sal marinho e sal de mesa estão em seu sabor, textura e processamento, e não na sua composição química.

Basicamente, o sal do mar e de mesa contém a mesma quantidade de cloreto de sódio. Seu corpo precisa de uma quantidade muito pequena de sal para se manter saudável. A maioria das pessoas extrapola no consumo de sal - principalmente através da ingestão de alimentos processados, o que leva à retenção de líquidos com inchaço ou edemas nos membros superiores e inferiores.

Assim, independentemente de qual tipo de sal você preferir, pegue leve no saleiro e limite o total de sódio para menos de 2.400 miligramas por dia ou 1.500 miligramas, se você estiver com 51 anos ou mais, se for da raça negra, tiver pressão alta, diabetes ou doença renal crônica.

quarta-feira, 18 de setembro de 2013


Papinha industrializada é mais doce e tem menos nutrientes que a caseira




Elas parecem saudáveis: não têm conservantes nem adição de açúcar e são vendidas em sabores que poderiam ter saído da cozinha mais próxima, como espaguete à bolonhesa e carne com legumes.


Mas, segundo um estudo publicado no "British Medical Journal", as papinhas industrializadas têm menos nutrientes e menor diversidade de sabor e de textura do que as feitas em casa.


Os pesquisadores da Universidade de Glasgow analisaram 479 alimentos industrializados para bebês feitos entre outubro de 2010 e fevereiro de 2011 no Reino Unido.


Do total, 364 eram papinhas e mais da metade delas, 65%, eram doces. O trabalho concluiu ainda que a papinha pronta fornece, em média, metade da energia e das proteínas em relação à caseira.
Segundo os autores, bebês têm uma preferência inata por doces. E a exposição repetida pode influenciar as preferências futuras.


No Brasil, não há uma análise semelhante recente, segundo a pediatra Roseli Sarni, da diretoria da Sociedade Brasileira de Pediatria.

Ela conta que as papinhas mudaram de cinco anos para cá, atendendo a pedidos da entidade médica. "Tiraram açúcar, adicionaram leite em algumas delas. Mas não consideramos que seja um alimento completo."

O problema, diz ela, é que as papinhas salgadas quase sempre excluem algum grupo de alimento, quando o bebê deveria comer de tudo.

Para a nutricionista Carolina Cabral da Costa Silva, outro porém são os ingredientes em excesso. As de fruta não têm só fruta."Elas sempre têm um amido e suco de maçã, para adoçar", afirma Carolina, uma das criadoras do blog Fechando o Zíper.

"Já as salgadas têm mais de um alimento do mesmo grupo [como batata e macarrão]. A criança não aprende a reconhecer sabores."

Pelo mesmo motivo, a nutricionista Cláudia Lobo, autora de "Comida de Criança", recomenda que as papinhas caseiras tenham pedacinhos e sejam servidas com os alimentos separados.
"Se há maior variedade de sabores, a criança vai crescer gostando de mais alimentos."

A gerente-executiva de Marketing de Nutrição Infantil da Nestlé, Ionah Kochen, afirma que não há contraindicação quanto à ingestão diária das papinhas. Segundo ela, de 2005 a 2012, a marca fez uma redução de até 56% de sal nos produtos.

FEITA EM CASA
Amanda Jardim Alves, 1, só come papinha industrializada aos fins de semana. Mas se dependesse dela... "Ela gosta de todas. Gosta mais do que da feita em casa", diz a mãe, a auxiliar administrativa Juliana Jardim, 29.

Quando Amanda era mais nova, Juliana cozinhava os alimentos uma vez por semana e congelava. "Fazia legumes, verduras e carboidratos separados e combinava em três, quatro papinhas."

Hoje, a menina entrou para o cardápio da família. E é nessa hora que o cuidado deve ser redobrado, diz Roseli Sarni. O maior risco, diz, é em relação ao sal --ela recomenda não adicioná-lo até os 12 meses da criança.

Já de acordo com o pediatra Ary Lopes Cardoso, nutrólogo do Instituto da Criança do HC, um pouco de sal não faz mal. "A criança tem que comer comida gostosa."

Para ele, o lado bom da papinha industrializada é que os aspectos nutricionais são garantidos. "A caseira depende da mãe seguir recomendações. Pode dar trabalho cozinhar papinha saudável, mas, se ela conseguir, é melhor." 


fonte: Folha de SP

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

QUANDO SUPLEMENTAR?

Vemos grandes procuras nas academias de pessoas em busca de curvas perfeitas, músculos definidos e exterminação total das incômodas gordurinhas localizadas.
Com essa obsessão, além das intermináveis horas gastas na prática de exercícios físicos, está havendo uma maior preocupação com a alimentação e um aumento do uso de suplementos nutricionais. 

   A maioria das pessoas tem utilizado a suplementação como uma forma de melhorar o desempenho nas atividades físicas e mentais, retardar o envelhecimento ou até mesmo na prevenção de doenças. Porém, está havendo um consumo desenfreado destes produtos, já que, por vezes, não há um acompanhamento nutricional, e são, em sua grande maioria, indicados por amigos.

Qual é a real necessidade de uma suplementação? 

   Todas as pessoas têm necessidades nutricionais, ou seja, devem ingerir diariamente uma certa quantidade de nutrientes para que seu organismo funcione adequadamente. Estas quantidades variam de indivíduo para indivíduo. Entretanto, a partir de muitos estudos em populações saudáveis, foi elaborada pelo 'Food and Nutrition Board (FNB)' uma tabela de recomendações nutricionais, chamada de RDA, a qual estabelece valores capazes de cobrir as necessidades da maior parte da população. Estes valores são, então, utilizados como base para a adequação de nutrientes na dieta, sendo que isto pode ser obtido somente a partir de uma alimentação saudável e variada. Ou seja, um indivíduo normal que se alimenta corretamente, sem restrições alimentares, é capaz de obter todos os nutrientes necessários para um bom funcionamento do organismo. 
   Entretanto, também se sabe que existem algumas doenças ou alterações no metabolismo que podem alterar a absorção de alguns nutrientes, como a anemia e a osteoporose, exigindo assim a suplementação. Porém, deve-se lembrar que esta ingestão aumentada é considerada como um tratamento medicamentoso, mediante recomendação e acompanhamento médico ou nutricionista, já que o uso indiscriminado destes suplementos pode levar ao aparecimento de efeitos colaterais.

   E no caso dos atletas? Estes, que mantêm uma alimentação adequada, nem sempre precisam de suplementação. Às vezes, devido ao grande esforço diário, podem aparecer pequenas deficiências dietéticas de vitaminas e minerais. Neste caso, a suplementação se faz necessária para que se atinja um melhor desempenho na atividade física, assim como um bom funcionamento do organismo. Também, na maioria das vezes, os atletas fazem ingestão de hiperprotéicos, para que haja uma recuperação mais rápida, diminuir fadiga e para o crescimento muscular. Pode haver ingestão de estimulantes pré-treino, para melhorar o desempenho; termogênicos, para a queima rápida de gordura corporal, e de muitos outros suplementos, que vão variar de acordo com a necessidade dos atletas.

   Para tanto, são feitos exames clínicos e laboratoriais que determinam as reais deficiências do indivíduo e suas reais necessidades. 

Referêcia: http://cyberdiet.terra.com.br/qual-a-real-necessidade-de-uma-suplementacao-2-1-1-269.html

segunda-feira, 9 de setembro de 2013


MENOPAUSA SEM SOFRIMENTO


Menopausa sem sofrimento


A menopausa é a fase em que se encerra a capacidade reprodutiva da mulher, consequência da queda da produção dos hormônios estrógeno e progesterona e o fim da ovulação. No entanto, esses hormônios sexuais desempenham, também, papéis importantes no controle de outras funções do organismo. É por isso que muitas mulheres sofrem com sintomas desconfortáveis, como suor noturno, irritabilidade, ansiedade, insônia, cansaço e diminuição de atenção e memória. A redução dos hormônios provoca, ainda, perda da elasticidade da pele e diminuição da massa muscular, além de inibição da reabsorção óssea, aumentando o risco de osteoporose. Mas é possível reduzir os efeitos das mudanças hormonais com uma alimentação saudável, aliada a uma rotina de exercícios regulares. 

De olho na alimentação

- Consuma alimentos ricos em fitoestrógenos (substâncias usadas como repositores hormonais naturais), como soja e seus derivados – leite de soja, tofu –, e linhaça, que ajudam a reduzir os sintomas da menopausa.

- Inclua mais cálcio no seu cardápio. O leite e seus derivados, como queijos e iogurtes, têm elevada concentração do mineral. Vegetais verde-escuros, como espinafre, couve, folhas de mostarda, quiabo, agrião, brócolis, rúcula, assim como o tofu e a sardinha, também contêm altas doses de cálcio. 

- Reduza o consumo de alimentos ricos em gorduras, açúcares e refinados, como farinha branca e de trigo. 


Evite

- O excesso de álcool. Ele compromete as células ósseas.

- Sal em exagero. Entre outros prejuízos à saúde, o sódio, quando consumido em excesso, facilita a eliminação do cálcio pelo organismo. Para reduzir o consumo do sal e preparar refeições saborosas, use mais ervas frescas em suas receitas. 


Invista em hábitos saudáveis

- Tome sol. Este hábito estimula a produção de vitamina D, fundamental para a absorção do cálcio pelo intestino e para sua incorporação pelos ossos. O ideal é expor-se por pelo menos 15 minutos ao dia: até as 9h da manhã ou após as 15h. Mas evite a exposição em excesso e lembre-se sempre de usar o protetor solar!

- Realize atividades físicas regularmente, para ajudar a manter o peso ideal e a pressão arterial sob controle e prevenir a osteoporose e o surgimento de doenças cardiovasculares.

- Pratique técnicas de relaxamento, como ioga e meditação, que ajudam a enfrentar melhor os sintomas característicos da menopausa.

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

A importância do café da manhã para a prevenção de doenças cardíacas


As doenças cardiovasculares são relativamente comuns na população em geral, afetando a maioria dos adultos com idade cada vez menor. Estudos apontam que pular o café da manhã pode aumentar em 27% as chances de doenças cardíacas.

A explicação para esse acontecimento seria a de que não comer o café da manhã faz com que a pessoa tenha mais fome e acabe comendo mais no final do dia. Segundo os especialistas, pular o café da manhã pode ocasionar um ou mais fatores de risco para doenças cardíacas, engloba-se pressão alta, colesterol alto, diabetes e obesidade.

A hipertensão arterial, dislipidemia e tabagismo estão entre os mais expressivos fatores de risco para as doenças cardiovasculares. A hipertensão arterial conduz a um risco bem estabelecido para a doença coronariana. Um excesso de risco coronariano torna-se ainda mais evidente em subgrupos de hipertensos, mesmo leves, mas com outros fatores de risco ou com lesões já estabelecidas em órgãos-alvo.

O café da manhã é um momento que varia de acordo com a rotina de cada pessoa, mas é importante ressaltar que não se deve deixar de comer e estabelecer um intervalo de 3 a 4 horas entre as refeições.

O bom funcionamento do organismo tem uma ligação direta com um café da manhã, pois gastamos energia mesmo durante o sono.  Estima-se que durante uma noite sejam queimadas aproximadamente 600 calorias.

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

O que é Atividade Física?



A “atividade física” não deve ser confundida com “exercício”. Exercício, é uma subcategoria da atividade física que é planejada, estruturada, repetitiva e proposital no sentido de que a melhoria ou manutenção de um ou mais componentes da aptidão física é o objetivo. A atividade física inclui o exercício, bem como outras atividades que envolvem o movimento corporal e são feitas como parte de jogar, trabalhar, transporte ativo, tarefas domésticas e atividades recreativas.De acordo com a WHO (World Health Organization (Organização Mundial da Saúde)),  a atividade física é definida como qualquer movimento corporal produzido pelos músculos esqueléticos que requer gasto de energia. A inatividade física (falta de atividade física) foi identificado como o fator de risco para a quarta maior mortalidade global (6% das mortes em todo o mundo). Além disso, inatividade física é estimada como sendo a causa principal de aproximadamente 21-25% dos cancros do cólon e da mama, 27% de diabetes e aproximada mente 30% da carga isquêmica cardíaca doença.
Aumentar a atividade física não é apenas um problema individual. Por isso, exige uma base populacional, multi-sectorial e multi-disciplinar, e uma abordagem culturalmente relevante.
Segundo COLBERG (2003), a Atividade Física ajuda a ganhar músculos e a perder gordura, diminui o apetite, faz com que você coma mais sem ganhar gordura, melhora o humor, reduz o estresse e a ansiedade, aumenta o nível de energia, melhora a imunidade, torna as articulações mais flexíveis e melhora a qualidade de vida.
A aptidão física traz benefícios inegáveis para a saúde de todas as pessoas. Quem pratica exercícios moderados regularmente corre menos risco de ter problemas crônicos de saúde como doenças cardíacas, obesidade, hipertensão, diabetes tipo II, certos tipos de câncer e outros distúrbios metabólicos.
Níveis regular e adequado de atividade física em adultos podem reduzir o risco de hipertensão, doença coronariana, acidente vascular cerebral, diabetes, mama e câncer de cólon, depressão e do risco de quedas além de melhorar a saúde óssea e funcional.

Principais Benefícios da Atividade Física
·         Melhoria da aptidão cardíaca;
·         Melhoria da aptidão pulmonar;
·         Melhoria da força muscular;
·         Prevenção de doença coronariana;
·         Regressão da aterosclerose;
·         Tratamento das doenças cardíacas;
·         Prevenção de AVCs;
·         Prevenção de vários tipos de Câncer.

Principais Mudanças no Organismo
·          Melhoria do humor;
·          Diminuição do estresse mental;
·          Prevenção e alívio da depressão;
·          Redução da ansiedade;
·          Aumento da auto estima;
·          Redução de hábitos não saudáveis;
·          Melhoria da qualidade do sono;
·          Prevenção do ganho de peso;
·          Manutenção do peso perdido.

A atividade física é um fator determinante do gasto de energia e, portanto, fundamental para o equilíbrio de energia e controle de peso.
Dessa forma além de você poder desfrutar de suas atividades físicas favoritas, você melhora sua Saúde!

Referências:
COLBERG Sheri. Atividade Física e Diabetes. São Paulo: Editora Manole, 2003. 306 p.
WHO – World Health Organization (Organização Mundial da Saúde).



quarta-feira, 7 de agosto de 2013

EMAGREÇA COM EQUILÍBRIO
Dieta sempre foi sinônimo de fechar a boca e de abrir mão das guloseimas, principalmente, massas e doces. Apesar de ainda seguido pela maioria das pessoas, esse modelo de regime não é o mais indicado.
Emagreça com equilíbrio
A busca pelo corpo perfeito em um curto espaço de tempo é o que leva boa parte dos brasileiros a adotar dietas radicais, muitas vezes da moda. Apesar de levarem à perda rápida de peso, esses regimes não surtem efeito em longo prazo e a pessoa volta facilmente a engordar. "O problema dessas dietas é que elas restringem a ingestão de grupos de alimentos, como proteínas, carboidratos e gorduras".
A restrição total de carboidrato na alimentação, por exemplo, deve ser completamente evitada. O nutriente é o que dá energia para as atividades do organismo. Ele é o responsável por aquela sensação de saciedade. Já as dietas que restringem gorduras causam aumento excessivo no consumo de carboidratos. Quando o nutriente retirado da alimentação é a proteína, ocorre deficiência na fabricação dos tecidos do organismo. As proteínas têm a função de reparar os tecidos danificados.
Reeducação alimentar
Em um país no qual cerca de 40% da população está com sobrepeso, o que fazer para evitar a adoção das chamadas dietas milagrosas? "Apesar de repetitivo, o velho discurso de reeducação alimentar ainda é a melhor forma – e a mais saudável – de perder peso".
Como o próprio nome diz, reeducação alimentar é um processo de aprendizagem no qual a pessoa, além de conhecer melhor os alimentos, passa a selecioná-los de forma saudável. O próprio hábito de comer também passa por mudanças, uma vez que é preciso controlar horários e, principalmente, a ansiedade em não atacar a geladeira. Conheça algumas regras da reeducação alimentar:
·         Corrija, aos poucos, sua atitude em relação aos alimentos;
·         Tenha paciência, pois não é saudável emagrecer do dia para a noite;
·         Não exclua, de repente, um alimento: aprenda quando e quanto pode consumi-lo;
·         Determine horário para as refeições;
·         Substitua doces gordurosos por frutas frescas;
·         Controle a ansiedade fazendo atividade que desvie sua atenção da comida;
·         Beba bastante água;
·         Faça pratos coloridos, com verduras e legumes.
O grande problema do brasileiro é adotar os hábitos alimentares dos americanos. "Seria bem melhor se ele continuasse a comer o velho arroz com feijão", diz. Vale lembrar que até mesmo a reeducação alimentar deve levar em conta a predisposição da pessoa em engordar, a idade e seu metabolismo. "A reeducação alimentar permite recaídas, ela não é uma linha reta e sim uma espiral. É necessário, apenas, que a pessoa tenha consciência e força de vontade em sempre retomar os hábitos saudáveis.
Antes de iniciar uma dieta, deve ser levada em consideração a composição corporal (o que é gordura e o que é músculo) e as atividades praticadas diariamente, antes de definir o cardápio. "E para prevenir o efeito sanfona e garantir a ingestão de todos os nutrientes necessários, recomendo seguir a conhecida pirâmide alimentar adaptada às necessidades individuais. Também é importante verificar a composição dos alimentos prontos, nas embalagens, e evitar excesso de gordura saturada e trans".
Abuso de comprimidos
A dificuldade em adotar hábitos saudáveis de vida - como alimentação equilibrada e prática de atividades física - faz com que muitos brasileiros procurem, nos comprimidos, a solução para seu excesso de peso. Tanto é que o Brasil é o campeão mundial no consumo de derivados de anfetaminas – substâncias anorexígenas que podem causar dependência química, irritabilidade, hipertensão, depressão e crises de ansiedade. "Isso acontece quando o medicamento não é indicado corretamente. Ele tem sua função e sua importância, desde que usado na dose, no tempo e no paciente certos".
Dietas da moda, cuidado!
Dr. Atkins
Esse modelo de regime, que leva o nome do seu criador – Robert Atkins – restringe o consumo de carboidratos, fazendo com que o metabolismo do corpo troque o uso da glicose pela gordura como combustível. Na tentativa de evitar problemas de saúde causados pela falta de vitaminas e minerais, a dieta recomenda o consumo de suplementos vitamínicos. É bastante criticada pelos especialistas.
South Beach
É bastante similar à dieta do Dr. Atkins. Também restringe a ingestão de carboidratos e estimula o consumo de proteínas, o que poderia levar a problemas cardíacos. Nas primeiras semanas, a pessoa não come nem cereais e nem frutas, retomando esse consumo gradualmente. Também é condenada pelos médicos.
Da Lua
Nesse regime, dito milagroso, a pessoa deve ingerir apenas líquidos por 24 horas a cada mudança da fase da lua. Só é permitido o consumo de sucos, chás, água e caldos. Por ser desbalanceada, a dieta pode causar mal-estar e fraqueza, além de não ser eficaz.
Beverly Hills ("das frutas")
Idealizada por Judith Mazel, essa dieta ficou famosa nos anos 80. Leva em conta que enzimas encontradas em algumas frutas, principalmente no abacaxi e no mamão, aceleram a queima de gordura. A base desse regime é o consumo de grande quantidade dessas frutas, o que leva a uma carência de proteínas, cálcio, vitaminas D, E e B12, ferro, zinco e cobre.
Da Sopa
Ficou conhecida após ser divulgada em programas de televisão. Trata-se de uma dieta à base de sopa preparada com vários legumes, que tem no repolho seu principal ingrediente. É carente de vitaminas, sais minerais e proteínas.
Do Tipo Sanguíneo
Criada por um americano, essa dieta baseia-se na teoria de que a alimentação deve ser diferenciada para cada tipo de sangue. Ela leva em conta que o tipo sanguíneo determina funções digestivas que levam alguns alimentos a causar emagrecimento ou aumento de peso. É polêmica e alguns médicos garantem que não há comprovação científica.
Dos Pontos
Nesse tipo de regime, a pessoa controla pontos em vez de calorias. Cada ponto equivale a 3, 6 calorias. A quantidade de pontos que deve ser consumida por dia vai depender de alguns fatores, como altura, sexo, idade e hábitos alimentares. Entre as dietas da moda, é uma das mais aceitas pelos especialistas.